segunda-feira, 3 de maio de 2010

First date


No mês seguinte, no final do expediente de uma sexta-feira, recebi uma ligação da então companheira de trabalho, Verônica Cortes, para um happy hour. Sem grande animação, cheguei ao local onde, além do Rui, estavam ainda o então fotógrafo Rômulo Muniz e o repórter Douglas Smith.

Não demorei nada. Nessa época ainda sentia muitas saudades de JF e me apressei para curtir a fossa sozinha. O Rui disse que me acompanhava para ir embora e o Douglas fez o mesmo. Caminhamos os três por um trecho do calçadão até que o Douglas fez a primeira piadinha sobre formarmos um casal – seria ele um visionário ou apenas um aspirante a cupido? Mas eu logo respondi que era comprometida e não tinha intenções de me separar do então namorado.

E vocês pensam que o Rui com aquela cara de santinho se intimidou? A estratégia dele foi bem mais inteligente, respondeu:
- Mas almoçar com um amigo pode, né?
- Claro, respondi. Ele continuou:
- Então, quando você vai me convidar para almoçar na sua casa?

Duas semanas depois estava ele lá em casa comendo estrogonofe. Depois foi a vez da couve-flor gratinada, do pavê de prestígio, da torta de batata, da gelatina com pedaços de frutas e creme de leite...

The beginning


Estava eu na terceira semana de trabalho de um jornal local, em uma cidade que eu nunca havia pisado até então: Macaé. No dia 19 de maio de 2006, em uma rara manhã fresca, recebi uma pauta de última hora e me dirigi para a Câmara Municipal. Era uma coletiva de Imprensa com o Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do recém iniciado segundo mandato do presidente Lula - se não me falha a memória, era o José Carlos Xavier.


Já atrasada e sem informações prévias, cheguei à Câmara esbaforida e preocupada. Foi quando um sujeito muito simpático se aproximou: “- Oi. Você deve ser a nova jornalista. Muito Prazer! Meu nome é Rui Porto Filho. Eu sou fotógrafo e trabalho na prefeitura.” Depois de me colocar a par do assunto, segui para a coletiva mais tranqüila e segura. Ufa!


A partir daí, trocamos e-mails e telefones e ele virou mais que uma fonte, mas um amigo fiel, importantíssimo para a adaptação de uma “peixa” totalmente fora d’água.


segunda-feira, 15 de março de 2010

Open your eyes


Quem disse que esse encontro não estava marcado? Se você ainda tem dúvidas de que certos encontros estavam mesmo previstos para acontecer em nossas vidas, você está no lugar certo. É chegado o momento de compartilhar o maior dos encontros que eu tive até hoje, que, como na maioria dos casos, recebeu o convincente disfarce do acaso.


É claro que não precisei que algo extraordinário acontecesse na minha frente pra eu enxergar o óbvio. Mas precisei de tempo – pouco mais de dois anos para ser mais exata – para entender e aceitar, que somos personagens de uma história muito maior. Então, é hora de abrir a mente para ver além do que os olhos podem ver...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Predetermined Dating


"A vida é a arte do encontro,
embora haja tantos desencontros
na vida."

(Vinícius de Moraes)